21 de nov de 2007

Cap 18: Devendo essa (Igor e Cris)

_Igor... eu vou ter que sair. _ a mãe de Cris apareceu na porta do quarto afoita. Ela tinha saído para atender o telefone e, pelo visto, não parece ter recebido boas notícias.

_Ah! Tudo bem... _levantei da cama onde estava sentado. _Mas a senhora não disse que não podia sair? _ perguntei, lembrando da justificativa que me dera essa manhã por telefone para não poder me encontrar pessoalmente.

_Já viu uma mãe negar socorro para uma filha?

_Aconteceu alguma coisa? _ perguntei.

_Acho que sim. _Cris acabou de me ligar, disse que está passando muito mal e que é para eu correr para lá. _contou-me muito preocupada.

_O que ela tem?

_Não sei! Não sei! _ irritou-se e levou as mãos à cabeça.

_Acho que a senhora não pode se exaltar...

_Não posso mesmo, mas fico pior, me falta até o ar!

_Acalme-se. _ pedi. _ Eu posso ajudar em alguma coisa?

_Quer mesmo? Então, me leva até lá o mais rápido possível.

_Bom, é o mínimo. Acho que devo isso à sua filha, apesar dos pesares...

_Então, eu vou aceitar. Fique aí, vou trocar de roupa.

Ela sumiu atrás de uma porta no corredor, mas não levou mais que dois minutos para estar pronta para sairmos.

_Eu sei que a Cris não vai gostar nada disso. _ confessou-me no elevador sua preocupação. _ Como vou explicar que estava com você?

_Se for tanto incomodo assim, eu deixo a senhora na porta e vou embora. É só não contar para ela...

_Isso não é certo. _ apertou a bolsa contra o peito e olhou para os números dos andares acendendo e apagando.

_Não vejo por que não é certo eu ajudar.

_Não é isso, pelo contrário, não é certo esconder que você me ajudou. Não tem por que você não entrar... a menos que não queira vê-la.

Eu fiquei sem saber o que dizer. Afinal, eu deveria querer manter distância depois da grande confusão em que Cris me colocara com sua reportagem. Ao mesmo tempo, seria indelicadeza da minha parte dizer que não me importava em ver como estava. Principalmente, sabendo que podia estar muito mal.

A porta do elevador abriu e nos encontramos mais uma vez com as duas garotas que me viram entrar no prédio.

_Nossa, ele parece mesmo com aquele ator. _ uma delas falou.

A mãe de Cris ia abrir a boca para contar a verdade, mas eu fui mais rápido e coloquei o braço sobre seu ombro. Guiei-a para a saída.

_Meu carro está ali. _indiquei.

_Você estava fugindo delas ou foi impressão minha? _ perguntou-me, quando eu já ligava o motor do carro.

_Para onde eu devo ir? Qual o caminho? _ perguntei, sem responder-lhe.

_Desça essa rua até o final e siga em frente pela principal.

Continuei dirigindo calado. Será que Cris disse para a mãe que tive aquele ataque de pânico ou era tão evidente que eu estava fugindo daquelas garotas? Não quis perguntar, afinal, se ela não soubesse, eu acabaria sem querer revelando. A mulher manteve o silêncio, o que era extremamente incômodo, pois parecia que faltava eu responder-lhe a pergunta ainda em aberto. Lembrei-me do constante conselho de Karen para eu nunca deixar de dizer nada, mesmo que seja uma simples declaração, pois o silêncio abre brecha para que as pessoas criem por elas mesmas suas conclusões.

_Às vezes, a gente quer viver a nossa vida pessoal e ser invisível. Mas, no meu caso, não dá. O personagem e o ator se misturam. As pessoas acham que eu sou aquele mocinho que aparece na novela. Nunca vão me ver como um simples profissional que está fora dos estúdios. _ disse-lhe e acho que ela entendeu que aquilo era uma espécie de explicação para a cena do elevador.

_Então, não pode negar que a matéria da minha filha foi verdadeira. _ aproveitou para alfinetar.

_Não sei se eu contaria daquele modo, se fosse eu quem escrevesse. _ tentei sair pela tangente.

_O que sente pela minha filha? _ foi direto ao ponto.

Eu ri. Ela esperava que eu sentisse o quê? Eu gostaria de saber qual a perspectiva que ela estava tendo da situação toda, porque, em certos momentos, me parecia que a mãe de Cris cobrava-me por ter uma atitude quase de namorado que precisa se arrepender do que fez.

_Não sei. _ dei de ombros e apoiei o braço na janela do carro contra o vidro, cocei a testa com o polegar.

_Isso é preocupante. _ ela falou vagamente e suspirou, olhando para frente.

_Eu não saber? _ franzi a testa.

_De certa forma. _deu de ombros.

_Como assim? _ perguntei, agora confuso de vez.

_Entre à direita. _ indicou-me com a mão. _ É melhor não falarmos disso. É a vida particular dela. Não gosto de me meter.

Ah! Que ótimo! Ela fala um monte de frases soltas e depois me deixar cheio de inquietações.

_ Engraçado falar isso._observei. _ Porque o que chama de "vida pessoal" da sua filha, no meu caso, é a minha vida profissional. O que nós dois tivemos foi apenas um contato profissional. _ tentei limitar para que pudesse entender que entre Cris e eu não havia nenhum enlace amoroso. A última coisa que eu precisava era que ficasse com uma imagem minha de cafajeste, já me bastava guardar a lembrança de eu ter sido o bêbado que desiludiu sua filha.

_Foi o ator ou o personagem que derrubou o vinho no vestido dela? Foi o ator ou o personagem que a ignorou no seu aniversário? _ perguntou-me, sendo tão especifica neste ponto que me deixara sem argumentos para fugir, pois conseguira me fazer ver que eu estava errado.

_Foi eu, o ator.

_Como eu dizia, preocupante. _ reiterou.

_Vamos mudar de assunto? _ri, nervoso e constrangido. Agora era eu que queria seguir seu conselho de não entrar em questões pessoais. _ Como posso chamá-la? _ tentei levar a conversa para outra direção.

_Marluce. _ respondeu.

_Dona Marluce... _ repeti. _ Para onde vou agora?

_Entra na segunda à esquerda.

Parei o carro na frente do apartamento de Cris e a sua mãe perguntou-me, antes de abrir a porta, se eu iria junto com ela.

Pensei no ataque de nervos que Karen teria, argumentando que seria uma pauta quentíssima para os jornais eu estar justo na casa da jornalista que se sentiu mal tratada na minha festa. Seria só uma “questão de vírgulas” para começarem a insinuar que tínhamos um caso. Mas, a voz do meu pai me mandando escutar meu coração me fez decidir.

_Vamos. _ fechei a porta do carro e conferi se tinha ficado travada.

Coloquei as chaves no bolso de trás da calça e olhei ao meu redor, conferindo se havia alguém. Quando voltei a olhar para a mãe de Cris, percebi que estava me encarando. Será que percebera minha obsessão de "conferência"? Se viu, não comentou.

Ela apertou o botão "306" do interfone e, depois de um tempo, ouvímos a voz de Cris informar que podia subir. O portão foi destravado ao som de um estalido metálico.

Subimos três vãos de escada em formato de caracol. Dona Marluce subia com dificuldade com suas pernas gordas e os braços caindo de pelancas, que balançavam a cada vez que puxava seu corpo para cima com ajuda do corrimão. Será que Cris ficará assim um dia? Ela me parecia bem magra. Talvez a obesidade de sua mãe fosse doença, já que tomava muitos remédios. Algumas são capazes de alterar o metabolismo.

A porta já estava entreaberta quando chegamos. Dona Marluce entrou no apartamento da filha. Eu segui mais atrás com um pouco de cautela. Entrei por um estreito corredor de dois metros coberto por um tapete vinho. Um gato cinza me olhou desconfiado e seguiu-me com a cabeça, quando passei por ele.

_O que você tem, minha querida? _ Dona Marluce inclinou-se sobre o sofá. Colocou as costas da mão no pescoço de Cris para medir-lhe a temperatura. _ Minha virgem Maria! Você está pelando em febre!

_Mãe... Estou muito mal. _ ouvi o sussurro de Cris.

_Nem precisa dizer, estou vendo. _ ela afastou o cabelo úmido de suor da filha.

Cris virou o rosto para o lado e se deu conta da minha presença ali.

_Eu estou tendo alucinações? _ riu. _ O Igor...?

_É ele mesmo, você não está vendo coisas! _ a mãe explicou.

_O que ele faz aqui? _ perguntou, como se eu não existisse ali.

_Depois a gente discute isso. Vamos para o hospital. Mas antes é melhor você tomar um analgésico. Onde você coloca?

_No armário da cozinha...

Dona Marluce deixou-me sozinho com Cristiane e ela olhou-me.

_O que ainda quer de mim?_ perguntou._ Já não basta eu ter perdido meu emprego por você, por ter me metido na sua vida? Como eu sou burra!

_Toma, minha filha. _ Dona Marluce apareceu com o copo de água e o comprimido.

_Como eu pude ficar tão mal? _ ela tomou e voltou a se deitar. _ Eu estou enjoada... _ Cris virou o rosto para o lado e vomitou no tapete.

_Acho que vou ter que explorar mais um pouco o seu favor. _ Dona Marluce olhou-me.

_Qual hospital que quer levá-la?_ prontifiquei-me a ajudar.

_Algum público.

_Público não! _ pedi.

_Mas nós não temos dinheiro! _ argumentou.

_Vocês vão ficar discutindo? Manda ele embora! Pega um táxi, mãe. _ Cris fez um esforço para ficar sentada e depois tentou se levantar. Caminhou dois passos em direção ao corredor que dava para a cozinha, encostou as mãos no portal e eu imaginei que iria desmaiar por causa da sua fraqueza. Em um reflexo, precipitei-me para frente e a segurei pelas axilas.

_Eu te ajudo. _ disse-lhe. Ela voltou à si depois de alguns segundos. _ Vem, eu te carrego.

_Não, eu não quero você._ resmungou ainda tonta.

_Não tem escolha. _suspendi-a nos braços.

_Meu corpo todo dói, meu Deus! _ ela gemeu e começou a chorar contra o meu peito.

_Vai ficar tudo bem, calma. _ falei-lhe e comecei a descer as escadas.

Dona Marluce fechou a porta e veio atrás de nós.

_Pega a chave no meu bolso de trás. _ pedi para a mãe de Cris. _ Agora, aperte o botão.

Ouvimos o sinal elétrico e a porta destravou. Coloquei Cris no banco de trás e sua mãe a amparou.

_Eu vou levá-las a um hospital particular. _ disse-lhes, ligando o carro.

_Mas nós não podemo...

_Não se preocupe, é por minha conta. _ cortei-a.

Sairia muito mais caro estar no meio de uma emergência lotada distribuindo autógrafos. Era mais fácil dar entrada em um hospital caro, vazio, onde eu pudesse exigir total discrição.

Assim que chegamos, pedi uma cadeira de rodas para levá-la para a emergência, pois não conseguia andar. A recepcionista respondeu-me sem me olhar que era preciso antes fazer uma ficha.

_Ela está muito mal. _ argumentei. _ Enquanto eu preencho tudo, você não pode providenciar que a coloquem no soro?

A mulher levantou o rosto e se assustou. Dei-me conta de que eu podia usar da minha condição para conseguir benefícios.

_Oi, tudo bem? Eu mesmo! _ fiz um sinal positivo com o dedo e ela continuou de boca aberta, petrificada. _ Então, tem como agilizar tudo?

_Claro! _ pegou o telefone e pediu que um enfermeiro viesse até a recepção.

Descobrimos que o motivo de Cris estar passando mal era um forte vírus que pegara. Ela precisaria ficar de repouso por toda a noite em observação, pois necessitava permanecer no soro.
_Só pode ficar um acompanhante. _ a enfermeira comunicou-nos.

_Tudo bem. Eu espero lá fora. _ falei-lhes.

_Podereia me dar um autógrafo? _ a enfermeira perguntou baixinho, tirando uma caneta e um bloco do bolso.

_Claro. _peguei a caneta. _ Qual o seu nome?

_Vânia.

Assinei o nome e fiz uma dedicatória.

_Obrigada, minha irmã não vai acreditar.

_Legal. _ sorri-lhe e caminhei para a sala de espera, que estava à meia luz e apenas a recepcionista assistia à novela das oito.

Fiquei com a cabeça encostada na parede. Estava muito cansado. Havia sido um dia e tanto.

_Quer ficar um pouco com ela? _ Dona Marluce apareceu meia hora depois, sentando-se ao meu lado.

_Será que ela vai querer?

_Isso é com vocês.

***

Abri os olhos. Estava melhor. O cheiro de éter forte e o ar condicionado gelado me causavam um ligeiro incômodo. Naquele ambiente pouco familiar me senti na condição de doente.

Olhei para o soro preso na minha mão e mal podia mover meu braço. Todo o meu corpo doía, como se tivesse sido atropelada e meus ossos triturados.

Vi Igor entrar pela porta e se aproximar. Ficou em pé ao meu lado. Senti o cheiro do seu perfume e o calor do seu corpo próximo ao meu.

_Melhor agora? _ perguntou.

_Melhor? _ sorri. _ Deixa eu ver... perdi o emprego, estou sentindo meu corpo todo dolorido e... estou com você.

_Eu posso ir embora. _ afastou-se um passo atrás.

_Não. _ pedi. _ Minha mãe disse que eu tenho que lhe agradecer e também acho que te devo isso. Obrigada.

_Se não sentir vontade, não precisa me tratar bem. Eu sei que nós passamos por dois dias estressantes e...

_Estamos de novo juntos. _observei.

_É. Estava justamente pensando nisso no carro.

Ele sorriu. Como podia ter o sorriso mais lindo que eu já vira? Seu rosto doce e delicado me trazia uma sensação boa só de olhá-lo. Agora, Igor sabia sobre eu ter sido sua fã fanática. Eu fiquei muito irritada com minha mãe no primeiro momento em que me contou que resolvera lhe dizer sobre minha admiração, na adolescência, por sua carreira. Mas, depois, achei que foi melhor assim. Eu nunca teria coragem de lhe dizer por vergonha, talvez.

_Se fosse há alguns anos, eu diria que ficaria doente para ter a chance de ficar perto de você. _ confessei.

_Não diga isso! É assustador! _ pediu.

_Não se preocupe, não sinto mais isso. Preferia estar bem, na minha casa.

_Pensei que ia dizer que preferia estar longe de mim.

_Uma coisa implica outra, não? _perguntei.

_Não, se estivesse pensando em mim. _ olhou-me nos olhos fixamente.

_Por que eu estaria, depois de tudo?

_Porque eu não conseguiria esquecer tudo o que aconteceu tão facilmente. _ confessou. _ E, ah!Eu nunca mais distribuo bolo! _ disse e eu dei uma risada.

_Não me faça rir. Dói.

_Desculpe. _ controlou o riso também. _Se as pessoas soubessem que estamos agora tirando sarro de tudo...

_Talvez amanhã saia em alguma coluna de jornal. Sabemos disso...

_Bem possível, não dá para esconder. _ olhou para baixo e levantou as sobrancelhas com pesar e um suspiro.

_Acho melhor não nos prejudicarmos mais. _ comentei.

_Isso é um pedido para eu ir embora?

_Você está com tanta vontade de ir?

_Não! _ tocou no meu braço e sua mão estava quente.

_Vocês são namorados? _ ouvimos uma voz de criança atrás de Igor.

Ele virou o rosto para descobrir de onde tinha partido a pergunta. Vimos na cama ao lado uma menina de cabelos cacheados também no soro.

_Oi. _ sorriu-lhe. _ Não, somos amigos. _ respondeu. _ Quero dizer, conhecidos. _ consertou.

_Eu te vi na novela! _ ela falou e sua mãe ao lado do leito acariciou seu rosto. _ Você é bonito mesmo.

_Obrigado. Como se chama? _Igor perguntou.

_Larissa.

_Bonito nome, Larissa. _ elogiou, enfaticamente.

_Me dá um autógrafo?

_Sua mãe tem papel aí?

_Deixei minha bolsa com meu marido.

_Tudo bem...

Igor vestia uma camisa de manga curta sobre a outra de mangas comprida. Puxou a de cima e pediu uma caneta para a enfermeira. Assinou o nome sobre o pano e entregou à menina.

Não acredito que minha mãe havia lhe contado este detalhe também! Então, agora Igor sabia que no dia em que fora lhe encontrar queria sua camisa autografada? Essa não! Ele queria provar para mim que não era mal como eu pensava.

_Você fez isso por ela ou por mim? _ perguntei, quando voltou-se para mim.

_Por nós. _ respondeu.

_Nós?

_Por você e por mim. Por você, para que veja que não sou o lobo mal e, por mim, para que eu não me sinta pior do que fiquei quando descobri que te tratei mal um dia.

_Não precisa se desculpar, já passou.

_Não gosta mais daquele meu papel de menino gordinho daquela primeira novela?

_Não! _ dei uma risada e Igor sorriu.

Olhamo-nos, longamente.

_Obrigada por tudo. _agradeci. _Certamente eu ainda estaria na fila de espera da emergência de algum hospital público, quem sabe deitada no chão de algum corredor. Obrigada mesmo. Que ironia eu falando isso, te agradecendo, depois de...

_Não vou publicar no jornal. _ ele brincou.

_Te devo essa.

_Você também me deve outra coisa.

_O quê?

_Depois te conto.

_O quê?

_Uma coisa que quero lhe pedir.

_Fala.

_Vou chamar sua mãe para ficar contigo. _ ele piscou o olho e se afastou.

O que ia me pedir? Como assim ia embora?!

Li Mendi

4 comentários:

sarah disse...

Caramba oq será heim?
bjux

Li disse...

Boa pergunta

o.0

o que será???

rs.

Queridas leitoras, estou em uma correria para o baile de sábado, por isso, não estou comentando os comentários de vocês.

Beijinhos da Li

aninha disse...

huuuummmmm!!!!! aqui cabia aquele trechinho da música do Bruno e Marrone: "do jeito que vc me olha, vai dar namoro..."

aiii!!!! muito lindo!!!!!!! to amando!!!!

mari disse...

Uhmmmm....mas oq será hein????
Q curiosidade... A Li tem o dom de terminar os capítulos com muiiiito suspense....huahuahuahauha.

Li querida...
Tenho idéia sim da ansiedade que tu estás...ano passado no aspirantado do meu more eu fiquei doidinha da vida.
Tinha q sair de Porto Alegre e vir pro Rio com todo aquele caos aéreo (pois foi bem na época q começou tudo) morrendo de medo de não chegar.
Felizmente tudo deu certo e aproveitamos muuuuiiiito é bom d+++
Aproveitem muito tb...é um momento mágico e único.Simplismente MARAVILHOSO.
Ahhhh uma dúvida... teu more vai vir pro Rio??? Qual o batalhão???? Se não quiser responder aqui coloca lá no meu Orkut...quem sabe ele não vai ser colega de batalhão do meu Maridão lindo?

Bjkitas mil e uma ótima festa.